MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem Teto

Repressão

MTST - Roraima - Repressão! Despejo e Militante preso sem justificativa!

seg, 08/06/2009 - 22:47
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Há praticamente um mês atrás 300 famílias organizados pelo MTST de Rodaima ocuparam uma das principais praças de Boa Vista. As famílias organizadas reivindicam a concretização de acordos estabelecidos com prefeitura e governo do Estado para que eles tenham acesso à casa própria. caso contrário, ameaçam invadir áreas públicas e privadas. Como não houve respostas positivas das autoridades e governantes o MTST ocupou um terreno osioso há muitos anos.

O terreno a beira da BR-174, na região compreendida como Cauamé, tem 122 mil metro quadrados e há muito não servia para nada além do que não presta.

“Chega de terras ociosas. Estávamos acampados por 20 dias no Centro Cívico. Muitos de nós estamos cadastrados em programas de casa própria, mas estamos buscando uma garantia de um lugar para ficar. Apenas seis famílias receberam terreno no bairro Centenário pela GRPU”
MTST - RoraimaMTST - Roraima
Afirma o militante do MTST de Raraima. Entretanto, o proprietário do terreno, dono de imobiliária, entrou com a reintegração de posse e as famílias estão ameaçadas de despejo. O despejo pode acontecer a qualquer momento!

Além disso, durante essa semana a polícia de Roraima entrou na ocupação e prendeu, sem nenhum motivo justificado, o militante Junior Rocha. O militante Rocha está preso a três dias sem motivo, sem justificativa, por puro autoritarismo.

Pedimos a todos apoiadores e solidário das luta que divulguem essas informações e prentem solidariedade a luta do MTST de Roraima.

MTST! A Luta é pra Valer!

Polícia Militar aterroriza sem-tetos e população de Manaus

seg, 31/03/2008 - 17:26
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Na noite de 27 de março, cerca de 500 famílias de sem-teto, organizadas pelo MTST, ocuparam um terreno de 403 mil m2 no Parque Rio Negro em Manaus, de propriedade do governo do estado do Amazonas que estava abandonado a décadas.

Na madrugada do dia 28 de março das 1h às 5h da manhã, 6 viaturas da ROCAM (Ronda Ostensiva Camargo Mariano) lançaram armas de efeito moral, bombas de gás lacrimogêneo e disparos de balas de borracha.

Uma nova operação militar aconteceu no mesmo dia das 16hs às 19hs, com mais de 120 policiais da ROCAM, do batalhão de choque e da polícia montada, acompanhadas de muitos “cachorros”. Tentaram novamente retomar o terreno ocupado a força, mas sem êxito, pois as famílias resistiram bravamente a ação da política militar, que utilizou de todos os recursos possíveis legais e ilegais para “limpar” o terreno.

Ocorre que o efetivo da ROCAM continua aplicando o terror nos bairros mais pobres de Manaus impondo toque de recolher, prendendo e reprimindo violentamente os líderes do movimento.

Um militante foi violentamente agredido e levou 5 pontos no olho; logo em seguida foi preso...... Outro militante levou vários tiros de bala de borracha, um deles o ferindo gravemente na perna; vários outras pessoas com agressões menos graves. Todas essas cenas foram filmadas por cinegrafistas amadores que acompanhavam a ação.

Apesar da repressão as famílias resistem e o acampamento se fortalece. No próximo dia 03 haverá uma grande manifestação dos acampados junto aos trabalhadores dos correios, que iniciam sua greve neste dia, no centro de Manaus às 16h.

É fundamental que todos os lutadores dos sindicatos, partidos de esquerda e etc se solidarizem-se com os companheiros e companheiras em luta.

Solicitamos envio de solidariedade para:
E-mails do prefeito de Manaus Serafim Correa:
gabinete.civil@pmm.am.gov.br
prefeito@pmm.am.gov.br
serafim@pmm.am.gov.br
e-mail do movimento:
mtst@riseup.net

Mais informações com o companheiros Júlio Cezar ferraz
Telefone: (92)9159-0525

[DF] Polícia reprime ocupação e mantém 10 pessoas presas

sex, 12/10/2007 - 11:41
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Desde terça-feira, 10 de outubro, dez pessoas estão pres@s nas penitenciárias no DF, sob a absurda acusação de "formação de quadrilha" para ocupação de prédios vazios. A Todas estavam em uma ocupação, ilegalmente despejada pela polícia local. O prédio, abandonado há 12 anos pelo antigo Banerj, controlado hoje pelo Banco Itaú; o edifício acumulava ainda dívidas de impostos não pagos. Quatro estrangeir@s da América Latina estavam na ocupação e foram levados à Polícia Federal, pois estavam com problemas na documentação, podendo ser deportadas.

O espaço, que era casa de ratos e pombas no centro da capital federal, foi ocupado em setembro desse ano e batizada por "Casa de las Pombas". Lá, vários grupos autônomos e movimentos sociais do Distrito Federal se articulavam para a criação de um Centro Cultural. Além disso, tinha como objetivo o questionamento à especulação imobiliária e à propriedade privada, reservado ao sabor da especulação financeira.

Um grupo de advogad@s de defesa fez um pedido de habeas corpus, negado pelo juíz responsável pelo caso, Jerry A. Teixeira. Na quinta feira, um pedido de liberdade provisória foi encaminhado ao Tribunal de Justiça (TJ) do DF, mas o pedido parou na burocracia judiciária e o mérito só será julgado na segunda-feira. A situação d@s estrangeir@s precisa ser legalizada e para isto duas das detidas deverão pagar a quantia de mil reais cada uma.

O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto solidariza-se aos presos e presas políticas e à ocupação. Pedimos atenção a todos os setores da sociedade para mais um passo na escalada do processo de criminalização de Movimentos Sociais.

Mais informações: CMI

RESPOSTA DO MTST À NOTA DA PREFEITURA DE TABOÃO DA SERRA SOBRE A REPRESSÃO DE 28 DE MAIO

qui, 31/05/2007 - 01:05
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O MTST tem o seguinte a manifestar aos companheiros comprometidos com o campo popular e os movimentos sociais a respeito do Ato de 28 de maio em Taboão da Serra:

1. Há quase dois anos o MTST deflagrou um processo de luta por moradia neste município através da ocupação de um latifúndio urbano, que originou o Acampamento Chico Mendes. Desde o início das negociações – que também envolveram as esferas federal e estadual – a Prefeitura supostamente “democrático-popular” de Taboão da Serra se posicionou abertamente contra o Movimento, defendendo o despejo das famílias e, assim, os interesses da especulação imobiliária na cidade.

2. Depois de vários atos de pressão, com quase dez marchas em frente à Prefeitura e várias outras ações direcionadas aos governos federal e estadual, o MTST conseguiu garantir junto ao Ministério das Cidades, /sem nenhuma ajuda da Prefeitura/, um acordo de liberação de recursos para a construção de casas. Após meses de negociação emperrada na burocracia conseguimos a opção de compra de um terreno localizado no Pq. Laguna e chegamos a entendimentos de compra junto aos proprietários e à CEF.

3. Mas não contente em não ajudar, a Prefeitura de Taboão da Serra – em especial a Secretaria de Habitação deste município, liderada pela Sra. Ângela Amaral, que posa de “parceira dos movimentos” – resolveu atrapalhar as negociações. Após comprometer-se em reunião com o desdobro da área (necessário para a compra) e com contrapartidas em infra-estrutura, a Prefeitura voltou atrás. Além disso, num claro ato de criminalização dos movimentos, entrou com uma ação judicial de interdito proibitório que impede o MTST de ocupar a referida área, sob a absurda pena de multa de R$100.000,00 ao dia! Estas foram as razões da marcha do último dia 28 de maio.

4. A Prefeitura recebeu o MTST com descaso, sem atender qualquer reivindicação. Diante disso e motivado por provocações vindas de dentro do prédio da Prefeitura, surgiu um conflito no portão da Prefeitura. Foi então que se iniciou *uma brutal repressão por parte da Guarda civil municipal, comandada pela prefeitura, com o disparo de vários tiros de arma de fogo e agressão despropositada, inclusive contra mulheres e crianças*. As conseqüências foram vários feridos e poderiam ter sido muito piores, dada a total irresponsabilidade e despreparo da ação da Guarda. A própria Polícia Militar manifestou seu descontentamento com a ação repressiva e entrará com procedimentos administrativos contra a Guarda.

5. Por fim, o MTST repudia por completo a repressão vinda da Prefeitura e ainda mais o cinismo de tentar justificar com palavreado de esquerda uma ação decididamente autoritária e anti-popular. Não são ações como estas que irão intimidar o MTST e interromper nossa luta na região. Ao contrário, registramos um B.O. contra a Prefeitura pela ação repressiva e já acionamos o Ministério Público para abertura de inquérito. E continuaremos lutando: se a Prefeitura não ceder às demandas, novas lutas brotarão nos próximos dias, com a mesma combatividade e organização que marcam as ações do MTST em todo o país.

Taboão da Serra, 30 de maio de 2007

Coordenação Estadual do MTST-SP

MOVIMENTO DOS TRABALHADORES SEM TETO (MTST)

Urgente: Guarda Civil Municipal de Taboão reprime ato do MTST com violência

seg, 28/05/2007 - 16:31
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Alerta à sociedade:

O ato do MTST na Prefeitura de Taboão da Serra foi reprimido com muita violência pela guarda civil municipal, inclusive com tiros. Há pessoas feridas e outras foram presas. O ato era pacífico e estava reivindicando que o prefeito Evilásio Farias cumprisse com sua palavra. É mais uma tentativa de criminalização de um movimento sério, que luta por um direito previsto na Constituição Federal e agrega o povo pobre na batalha por uma vida digna.

Não podemos aceitar este e qualquer outro tipo de repressão e violência contra os movimentos sociais! MTST, a luta é pra valer!

Militantes do MTST podem ser desacorrentados à força.

dom, 26/03/2006 - 23:56
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Nesta segunda-feira há possibilidade de a polícia militar desacorrentar à força os integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) que estão em frente ao palácio dos Bandeirantes há 12 dias.

No domingo, o tenente-coronel Wanderley Medeiros, comandante do 16º Batalhão da Polícia Militar foi ao local do ato e ressaltou que as imediações do palácio constituem-se em área de segurança e que, portanto, os manifestantes devem se retirar. Ele pediu que o MTST telefonasse para o batalhão às 9h da segunda-feira para articular a saída.

Porém, apesar da pressão da polícia militar, os trabalhadores sem-teto não pretendem se desacorrentar enquanto não forem atendidos pelo governador Geraldo Alckmin. “Esta corrente só vai sair da minha mão quando o governador receber a gente”, garante Chica Maria. “Para nós, é melhor se

Trabalhadores sem-teto aguardam Alckmin acorrentados

qui, 16/03/2006 - 16:47
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Oito integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto estão acorrentados em frente ao Palácio do Governo desde às 13h, à espera de Alckmin. As negociações estão truncadas e o clima está tenso, já que componentes do governo estadual ameaçaram mandar a polícia retirar os acorrentados à força e prender a coordenação do movimento.

Os trabalhadores acorrentados, compostos por quatro mulheres e quatro homens, pretendem permanecer assim até que o governo do estado apresente uma solução provisória para as famílias da ocupação Chico Mendes que não têm para onde ir quando o despejo for efetivado.

As 800 famílias do acampamento podem ser despejadas a qualquer momento e quando isso ocorrer, muitas delas terão que morar nas ruas enquanto o acordo com o governo federal

Anistia Internacional - Relatório sobre o Caveirão

qui, 16/03/2006 - 01:37
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Relatório produzido pela Anistia Internacional, denunciando os abusos cometidos pelo "Caveirão", blindado de guerra que criminaliza populações inteiras que moram nas favelas do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro: Campanha Contra o Caveirão

sex, 10/03/2006 - 18:01
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O caveirão e o policiamento no Rio de Janeiro:"Vim buscar sua alma"

Na próxima segunda-feira, dia 13 de março, a Justiça Global, a Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência, a Anistia Internacional e o Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis iniciam uma campanha internacional contra a utilização do blindado "Caveirão" pela polícia militar do Rio de Janeiro nas comunidades pobres da cidade. O lançamento será às 15h, em frente à Câmara Municipal, Cinelândia, no Rio.

O caveirão é um carro blindado adaptado para ser um veículo militar. A palavra caveirão refere-se ao emblema do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), que aparece com destaque na lateral do veículo.

Nas operações realizadas pelo caveirão, a polícia faz ameaças psicológicas e físicas aos moradores, com o intuito de intimidar as comunidades como um todo. O emblema do BOPE - uma caveira empalada numa

MTL - Plenária em apoio aos moradores do Evaristo (Cotia)

qua, 01/02/2006 - 18:33
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MTL - Plenária em apoio aos moradores do Evaristo.
Por justiça, Moradia e Reforma Urbana, Já!!!
(MTL - Movimento Terra Trabalho e Liberdade)

Mais de 100 famílias, com aproximadamente 300 crianças e adolescentes por mais de 10 anos vivem em um terreno que esteve praticamente abandonado desde meados do século passado. Hoje estas famílias estão sob um mirabolante processo de reintegração de posse que por vezes tem como mandatário um antigo funcionário e por outra um empresário descendente do “legitimo dono”.

A justiça local, apesar de diversas irregularidades no processo, deu ganho de causa ao antigo funcionário do espaço. Além de não determinar nenhum tipo de estrutura para o despejo, como transporte para as pessoas, ambulância, presença de assistentes sociais, etc… Entre tantas irregularidades a mais ilustrativa é que sequer o Conselho Tutelar da Infância foi acionado!!