MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem Teto

Vitória em Manaus! Governo do Amazonas se compromete com 1200 casas e bolsa aluguel para famílias.

seg, 30/06/2008 - 14:48
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Desde o dia 28 de março foram realizadas junto a jornada nacional de lutas ocupações de terra ociosa pelo MTST em diversas cidades do Brasil. Uma delas foi realizada em Manaus, no Parque do Rio Negro em um terreno público estadual que tem 403 mil metros quadrados e suporta 2 mil moradias.

No dia 16 de junho saíram em marcha milhares de pessoas do acampamento em direção ao Palácio do Governo do Amazonas reivindicando que o governo seda um terreno para construção de moradia digna para as famílias e uma alternativa aos sem-teto.Como o governador não quis, num primeiro momento, receber a coordenação do movimento, não restou alternativas as famílias senão acampar em frente ao Palácio até a negociação.
Marcha Manaus: Marcha do MTST em ManausMarcha do MTST em Manaus

Na última semana depois de dias de acampamento, o movimento foi recebido pelo Governo Estadual, e este depois de nossa luta se comprometeu com a construção de 1200 casas para as famílias do movimento e mais bolsa aluguel como saída provisória para os sem-teto.

Essa foi mais uma grande vitória do MTST! Pois só a luta consegue mudar a vida!

MTST! A LUTA É PRA VALER!

Grande Vitória no Acampamento Carlos Lamarca!

sex, 27/06/2008 - 15:26
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É com muita alegria que anunciamos a vitória do acampamento Carlos Lamarca que conquistou através da luta moradia digna para suas famílias. Depois da última marcha que as famílias do Lamarca fizeram em direção a Prefeitura de Osasco, o prefeito Emídio teve que cumprir com suas promessas. E nesse sábado no período da tarde ele irá ao acampamento para falar às famílias e anunciar a construção de 160 unidades habitacionais.

O acampamento Carlos Lamarca existe desde 2002 e teve um percurso longo de despejos, conflitos e lutas. Foi fundado no imenso terreno onde hoje é o luxuoso condomínio Parque dos Príncipes na Zona Oeste de São Paulo em Osasco. Desde de então, o acampamento passou por cinco despejos e uma dura luta com a Prefeitura e os governos. Foram seis anos de luta, cinco despejos e uma gloriosa vitória para todos.

Hoje o acampamento localiza-se na área de um galpão abandonado cedido pela prefeitura a mais de dois anos. Durante esse tempo foram feitas ortas comunitários, bibliotecas, cirandas, e atividades culturais como teatro.

Inauguração da Biblioteca “Revolução Bolivariana”, no Lamarca

Nesse últimos dias, é lá também que acontecerá uma grande festa para comemorar essa conquista que mudará a vida de tantos trabalhadores lutadores do acampamento Carlos Larmarca.

Vitória do MTST,
do povo que luta,
vitória nossa!

MTST A LUTA É PRA VALER!

Endereço: Rua Miguel Maurício Munhóis número 25, jd. novo osasco. Osasco, próximo ao posto de saúde do Jd. Novo Osasco.

Estamos de volta!

qua, 25/06/2008 - 13:42
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É com muita alegria que anunciamos a todos que nosso site está de volta no ar.
Felizmente conseguimos superar os problemas técnicos que tivemos, e agora as notícias, materiais e nossa voz volta a correr pela rede.
Durante esse período de escuridão muitas lutas aconteceram e ficamos infelizmente somente com o que saia pela mídia hegemônica, que quando não criminaliza pouco diz sobre nossas lutas e vitórias.
Portante, em breve colocaremos as atualizações e acontecimentos desse último período.

MTST! A LUTA É PRA VALER!

Atenciosamente,

Coletivo de Comunicação - MTST

Campinas: após despejo, prefeitura recebe MTST, estabelece negociação; acorrentamento chega ao fim

sab, 12/04/2008 - 00:04
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Após a saída das famílias do terreno, que ocorreu de forma pacífica, a prefeitura de Campinas finalmente recebeu o MTST e travou negociação positiva. Nota-se que o fato só ocorreu devido à marcha que foi da área e pressionou em frente à prefeitura, contando com o apoio também de diversas entidades e apoiadores políticos. Após o resultado positivo das negociações, foi decidido pelo fim do acorrentamento.

Felizmente, a prefeitura se sensibilizou e se comprometeu, a exemplo de como fizeram as de Embu das Artes e Mauá, a realizar uma reunião entre CDHU, prefeitura, Caixa e MTST.

Acampamento Frei Tito: De cabeça erguida famílias saem em luta para Prefeitura.

qua, 09/04/2008 - 02:18
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"Quando o oficial de polícia chegou lá na favela..."

Diante da negligência da Prefeitura de Campinas em não abrir nenhum canal de diálogo, e diante da iminência de despejo pela Polícia Militar, o MTST sai pacificamente do terreno ocupado dia 28 de março. Sem abrigo as famílias seguem para a insensível Prefeitura, onde desde terça-feira, dia 8, cinco pessoas permanecem acorrentadas.

Durante esses quinze dias, foram realizadas duas marchas à Prefeitura, que se negou a atender as famílias. Frente à ausência de diálogo, o acorrentamento é a única forma que o
movimento dispõe para denunciar a crise da habitação, estrutural em todas as regiões do país.

Acorrentamento em Campinas - desde 08/04 sem teto estão acorrentadosAcorrentamento em Campinas - desde 08/04 sem teto estão acorrentados

Imprensa local em campanha criminalizadora e discriminatória

Em um processo marcado pelo preconceito e discriminação, órgãos de imprensa locais travam uma verdadeira guerra suja contra a ocupação. Com acusações faltas, e perseguição de militantes, o Correio Popular, jornal local de Campinas, perde a linha editorial, e cai no preconceito social.
O MTST não se calará diante desse desaforo e entraremos com um processo contra esse folhetim.

Acampamento Sivério de Jesus: Marcha vitoriosa!

qua, 09/04/2008 - 00:45
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Ontem, dia 09/04 as 14 horas, mais de 500 famílias foram a luta! São trabalhadores e trabalhadoras do acampamento Silvério de Jesus organizado pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) que saíram em marcha rumo a câmara de vereadores de Embu das Artes. O objetivo da marcha foi de reivindicar que o terreno ocupado por essas famílias passe de zona industrial para zona especial de interesse social dentro do plano diretor da cidade. Mudança que facilitaria a compra do terreno pelo governo.

Frente aos moradores do acampamento, que encheram a dita casa do povo, ontem mesmo a câmara de Embu das Artes encaminhou a Prefeitura um requerimento de projeto para a mudança da área de zona industrial para zona especial de interesse social - ZEIS.

Aguardamos agora a Prefeitura mandar o projeto para a Câmara, e uma audiência pública para essa importante mudança no Plano Diretor da Cidade.

Mais uma vitória do MTST, do acampamento Silvério de Jesus, e de todos os lutadores e lutadoras!

Localizado no Jd. Tomé em Embu das Artes o acampamento Silvério de Jesus abriga mais de 500 famílias e desde o dia 1 de abril está ameaçado de despejo. O terreno de propriedade da família Fleury, está a mais de 35 anos abandonado, e deve mais de 200 mil reais a prefeitura. Há relatos de que o terreno foi usado na ditadura militar para tortura.

MTST!
A LUTA É PRA VALER!

Como chegar:
Rua Mimi Simões, s/n Jardim Tomé – Embu (próximo a escola Hugo Carotini que fica na estrada Keishi Matsumoto, Embu). De ônibus: pegar o "Embu - Eng. Velho" no Largo da Batata, descer no ponto final. Depois pegar um "Jd. Tomé" e também descer no ponto final.

Acampamento Terra e Liberdade: Prefeitura compromete-se com famílias

qui, 03/04/2008 - 21:12
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Nessa quinta-feira, 10/04, por conta das lutas que ocorreram houve uma reunião entre representantes do MTST e a prefeitura de Mauá. Nela foi assumido o compromisso de instalar bicos de água no acampamento e de marcar uma reunião entre a CDHU, a Caixa Econômica, a Prefeitura e o MTST para começar um maior negociação.
Ocupação em MauáOcupação em Mauá
O acampamento batizado de Terra e Liberdade tem prazo de 20 dias para que essa negociação se desenrole. Enquanto isso as lutadoras e lutadores se organizam em grupos, cozinhas coletivas, fazem suas bandeiras, e se manifestam em sarais que ocorrem todos os sábados.

MTST!
A LUTA É PRA VALER!

Alerta: Ocupações do MTST em SP se estabelecem, mas há riscos de confronto

sab, 29/03/2008 - 16:10
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As ocupações realizadas por famílias do MTST nas cidades de Campinas, Mauá e Embu das Artes na noite de 28 de março conseguiram se estabelecer, mas encontram muitas dificuldades e há riscos de confronto policial. Em média, 500 famílias estão acampadas em cada uma das três ocupações.

Em Campinas, o clima é de tensão com a Polícia Militar, que não está demonstrando disposição para negociar. O risco de despejo é iminente, pois o proprietário do terreno localizado no Jardim Telesp, zona sul da cidade, já está tentando obter uma liminar de reintegração de posse com o juiz de plantão. O acampamento fica na Rua das Amoreiras, s/nº.

A prefeitura de Embu das Artes ordenou que a Guarda Municipal bloqueasse as ruas de acesso à ocupação, cerceando o direito de ir e vir das famílias e apoiadores. A possibilidade de confronto é grande. O endereço da ocupação é rua Mimi Simões s/nº, próximo ao cemitério israelita.

Em Mauá a situação está um pouco mais tranqüila depois de tensões durante a madrugada, mas é preciso permanecer em estado de alerta.

As três ocupações fazem parte da jornada de luta urbana protagonizada por movimentos populares de 9 estados brasileiros durante todo o dia 28 de março, com o objetivo de chamar a atenção do governo e da sociedade em geral para as condições miseráveis em que vivem milhões de famílias brasileiras e reivindicar direitos fundamentais que não saem do papel para o povo pobre, como moradia digna, emprego, transporte público, educação pública de qualidade, creche e tarifa social de energia elétrica.

Diversas entidades, intelectuais, parlamentares e dirigentes populares declararam apoio à jornada nacional de luta urbana. No exterior, a CGT da Espanha (Confederação Geral do Trabalho) fez uma manifestação na embaixada do Brasil em Madri para demonstrar apoio e solidariedade à luta do povo pobre brasileiro.

Durante as ações, os movimentos lançaram o Manifesto Popular de 28 de março. Clique aqui para ver o texto do manifesto, os movimentos que o assinam e a lista de apoiadores da jornada de luta.

Famílias do MTST ocupam três áreas ociosas em São Paulo

sab, 29/03/2008 - 14:49
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Na noite de 28 de março, famílias do MTST ocuparam simultaneamente três áreas no Estado de São Paulo, localizadas nos municípios de Mauá, Embu das Artes e Campinas. Os terrenos são latifúndios urbanos que estavam ociosos, sem cumprir sua função social, enquanto milhares de famílias sem-teto não têm assegurado seu direito à moradia digna.

As ocupações fizeram parte da jornada de luta urbana protagonizada por movimentos populares de 9 estados brasileiros durante todo o dia 28 de março, com o objetivo de chamar a atenção do governo e da sociedade em geral para as condições miseráveis em que vivem milhões de famílias brasileiras e reivindicar direitos fundamentais que não saem do papel para o povo pobre, como moradia digna, emprego, transporte público, educação pública de qualidade, creche e tarifa social de energia elétrica.

Diversos intelectuais, parlamentares, entidades e dirigentes populares declararam apoio à jornada nacional de luta urbana. Durante as ações, os movimentos lançaram o Manifesto Popular de 28 de março. Clique aqui para ver o texto do manifesto, os movimentos que o assinam e a lista de apoiadores da jornada de luta.

MANIFESTO POPULAR DE 28 DE MARÇO

sab, 29/03/2008 - 08:16
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A Todos os Trabalhadores e Trabalhadoras que como nós estão cansados de esperar.

A Todos os Governantes deste país, que há muito tempo estão nos cansando.

Hoje, o povo pobre de vários cantos do Brasil se levanta num único gesto de resistência contra as condições de vida miseráveis que nos afetam. São ações desenvolvidas por movimentos populares em nove estados do país com o objetivo de fazer valer nossos direitos e fazer ouvir nossa voz. São milhares de favelas, de cortiços, de áreas de risco em que vivemos indignamente. São milhares de trabalhadores e trabalhadoras desempregados, informais ou trabalhando em situação de extrema precariedade, submetidos à grande exploração que lhe arranca o sangue, o suor e, às vezes, a lágrima.

São milhares, transportados no caos da cidade como gado, de crianças sem creche, de jovens e adultos sem educação pública com um mínimo de qualidade. Na cidade do lucro não cabe o pobre, não cabe o negro, não cabe o nordestino, não cabe a mulher, não cabem os trabalhadores e trabalhadoras que deram sua força para construí-la. Somos milhões a quem tentam privar da esperança, mas que, resistindo, mantivemos nossa dignidade. É essa dignidade que transformamos hoje em ocupações de todos os tipos, exigindo e reivindicando todos os direitos que ficaram esquecidos, mortos nas leis e que faremos reviver nas lutas do povo pobre.

O modelo neoliberal nos sufoca. O dinheiro que vai para o bolso de banqueiros e especuladores como pagamento de uma dívida impagável seria mais que suficiente para resolver os problemas de habitação, infra-estrutura urbana e serviços no país. Ao povo sobram migalhas, apresentadas num jogo de ilusões como grandes políticas públicas. Os vultuosos recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tem alegrado muito mais os empresários da construção civil e do ramo imobiliário do que o povo que necessita de moradia. Uma Política de Reforma Urbana que tenha como prioridade os interesses populares nunca foi agenda de nenhum governo e Lula apenas aprofundou este caminho, que mata pela violência, pela fome, pelo cansaço, pela enchente, pela falta de habitação, etc. O Ministério das Cidades e seus "espaços de participação", apresentados como avanços na efetivação de uma política urbana democrática, não representaram nenhum grande passo na solução de nossos problemas. Ao contrário, reproduzem uma forma burocrática e elitista de se tratar as questões urbanas.

Neste sentido, nossas ações de ocupação em todo o país são a única forma de sermos ouvidos e atendidos. Os movimentos que assinam este manifesto propõem:

- Uma política habitacional popular baseada em subsídios, com valor adequado à realidade das metrópoles, sem o entrave burocrático e elitista dos financiamentos bancários. Que o Governo Federal desenvolva uma política nacional de desapropriações de terrenos e edifícios urbanos que não cumprem função social, destinando-os às demandas populares
organizadas.

- Uma política nacional integrada de transporte urbano público gratuito, de qualidade, priorizado em relação ao transporte individual, que tem levado as metrópoles ao caos.

- Uma política de educação que crie creches financiadas pelo Estado sob o controle dos trabalhadores, que valorize os professores e profissionais da educação, que qualifique o ensino não visando o mercado mas a consciência crítica e social dos alunos.

-Controle restritivo das taxas cobradas por serviços públicos básicos como água e energia elétrica, garantindo a aplicação de Tarifas Sociais previstas na lei.

-Políticas de geração de trabalho e renda que dêem alternativas sociais e não policiais aos trabalhadores informais.

Hoje, somos a voz de quem não tem voz. Hoje, não elegemos ninguém para falar, pois falamos nós mesmos por meio de nossas ações. Hoje, cada ocupação realizada neste país é a voz de milhares que foram calados e se cansaram. A cidade que queremos vamos por de pé, por ela vamos resistir e combater e por ela vamos nos organizar e mobilizar nossa esperança. Porque
aprendemos que a esperança de muitos hoje é a realidade de amanhã, a que queremos deixar para os que virão.

ASSINAM ESTE MANIFESTO:

Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) / Movimento Urbano dos Sem Teto (MUST) / Movimento Sem Teto da Bahia (MSTB) / Movimento dos Conselhos Populares - Ceará (MCP) / Movimento Sem Teto de Luta – Amazonas / Movimento de Luta Popular Comunitária (MLPC) – Pernambuco / Movimento das Famílias Sem Teto (MFST) – Pernambuco / Movimento Quilombo Urbano –Maranhão / Movimento das Mães Sem Creche / Fórum de Moradia – Minas Gerais/ MTL Democrático Independente – Minas Gerais.

DECLARAÇÃO DE APOIO

Lista de dirigentes populares, intelectuais, parlamentares e entidades que apóiam a Jornada de lutas dos movimentos populares de 28 de março de 2008:

Plínio de Arruda Sampaio
Heloísa Helena
José Maria de Almeida
Gilmar Mauro
Valdemar Rossi
Paulo Rizzo
Francisco de Oliveira
Ricardo Antunes
Paulo Arantes
Valério Arcary
Senador José Nery
Dep. Federal Ivan Valente
Dep. Federal Luciana Genro
Dep. Federal Chico Alencar
Conlutas - Coordenação Nacional de Lutas
Intersindical
Fórum das Pastorais Sociais e CEBs da Arquidiocese de São Paulo
Andes/SN - Sindicato Nacional dos Docentes das Universidades Brasileiras
Sindicato Nacional dos Trabalhadores Federais na Educação Básica e Profissional
Federação Democrática dos Metalúrgicos de Minas Gerais
Sindicato dos Químicos Unificados de Osasco e Campinas
Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas
Sindicato dos Trabalhadores no Judiciário Estadual do Rio de Janeiro
Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e região/SP
Sindicato dos Servidores Públicos Federais de São Paulo
Sindicato dos Trabalhadores no Judiciário de São Paulo
Sindicato dos Trabalhadores nos Correios de Pernambuco
Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Fortaleza/CE
Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil de Belém/PA
Sindicato dos Comerciários de Nova Iguaçu e região/RJ
Sindicato dos Bancários do Rio Grande do Norte
Sindicato dos Petroleiros de Alagoas e Sergipe
Sindicato dos Empregados em Hospitais da Rede Privada de Belo Horizonte e região
Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte
Sindicato dos Servidores de Santo André
Sindicato dos Trabalhadores no Judiciário Federal do Maranhão
Associação dos Professores da Universidade Federal do Maranhão
Oposição da Apeoesp